A"DESCOLONIZAÇÃO"ASSENTOU EM LEI ANÓNIMA AQUANDO DA EXISTÊNCIA DE GOVERNOS PROVISÓRIOS SEM LEGITIMIDADE CONSTITUCIONAL.
O processo da traição:
Este poderia muito adequadamente ser a designação de causa posta em tribunais sobre a (descolonização exemplar).
Talvez mais expressiva do que a da cadeia, será - O JUÍZO DA HISTÓRIA -.
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OS MERCENÁRIOS DE ABRIL.

Na primeira parte da: «revolução exclusivamente nacional». Os serventes e os mercenários da burlesca «revolução exclusivamente nacional», que seria ridiculamente risível, não fossem as trágicas e dramáticas consequências sofridas vindas destes «protagonistas» do crime:


Míseros são aqueles que lhe sobeja a ignorância
ou, os  dentes que a "revolução" nunca lhes deu. 


Um pacífico cidadão Vítima de agressão.

Prisão arbitrária de um agente da autoridade do Estado Novo, quando este transitava
tranquilamente na rua e desarmado.


A Liberdade sonhada durante 45 anos,
ou a certeza manisfesta da promiscuidade dos insanos e dos criminosos?


A propaganda comunista e socialista ridícula e insana que cobria o país. 



 A Revista Time vê assim a Organização ou "O Bando 25 de Abril". 
A Troika - Otelo de Carvalho, Vasco Gonçalves, e Costa Gomes.

 Esq, Otelo Saraiva de Carvalho, um, dos piores assassinos da "revolução dos cravos de sangue". O camarada ao centro, Vasco Gonçalves, conhecido por "O Esquizofrénico", era um paciente hospitalar em tratamento psiquiátrico no Hospital Júlio de Matos em Lisboa. Dir, Costa Gomes, um canalha, colaboracionista nos crimes.

Vasco Gonçalves: 
Em 1975 com o comunismo à rédea solta Portugal era uma coutada de loucos, liderada por um lunático Vasco Gonçalves que no 25 de Abril foi apanhado em tratamentos de psiquiatria no Hospital Júlio de Matos, em Lisboa, e elevado a primeiro ministro de 18 de Julho 1974 a 19 de Setembro 1975. 


 OTELO DE CARVALHO, UM PSICOPATA,OU SIMPLESMENTE UM ASSASSINO?

Aos olhos bem formados do mundo o 25 de Abril de 1974 não foi mais do que um protesto para indivíduos de índole criminosa, e palco de oportunidades onde evidenciaram as suas aptidões ao crime. Otelo de Carvalho, o "Palhaço de caserna" como era conhecido entre os seus camaradas no serviço militar. Natural de Lourenço Marques-Moçambique-cumpriu serviço militar em Angola em duas comissões, de 1961 a 1963, e de 1965  a 1967. Na Guiné – Bissau, entre 1970 a 1973. 

A seguir ao 25 de Abril tornou-se líder da organização terrorista FP-25 "COPCON" ( Comando Operacional do Continente), foi uma estrutura de comando militar para Portugal continental enquadrado no Estado-Maior General das Forças Armadas, criada pelo MFA, polícia do terror, das persecuções, e da morte, Otelo de Carvalho ameaçou fuzilar portugueses no Campo Pequeno em Lisboa (Tourada) em Junho de 1975 e, passou cerca de mil mandatos de prisão em "Branco" ao cuidado de Álvaro Cunhal para que o PCP (Partido Comunista Português) aprisiona-se quem quer que fosse sem qualquer justificação. 

As Forças Populares 25 de Abril (FP-25) foram uma organização terrorista da extrema-esquerda, parte dos seus militantes procediam das antigas Brigadas Revolucionárias. A partir da data que o Copcon "inicia a sua actividade", começa a efectuar detenções, apreensões de bens, e congelamento de contas bancárias. Era o início do terror, da violência e da arbitrariedade, da criação de um Estado criminoso e repressivo com poderes extremamente latos e indefinidos.
O mais conhecido vinculado às FP-25 foi o terrorista Otelo Saraiva de Carvalho. Em 1985 foi preso pelo seu papel na liderança da organização terrorista das FP-25 de Abril, tendo sido julgado e condenado em tribunal a cinco anos de prisão dos quais, cumpriu três meses, responsável pelo assassinato de 18 pessoas de forma fria, cruel, e cobarde, nos anos 80, muitas assassinadas com tiros na nuca, a maioria eram pessoas muito pobres, e pelo menos um bebé foi assassinado, em atentados a tiro, e à bomba, e em confrontos com a polícia durante assaltos e roubos a bancos e tentativas de fuga, praticaram entre muitos dos seus crimes extorsões a empresas.

Milhares de prisões de pacíficos e honrados trabalhadores portugueses levados para as masmorras das cadeias do 25 de Abril, do norte ao sul de Portugal continental, onde foram submetidos a sevícias físicas e psíquicas, desumanas, inimagináveis, de extrema crueldade. Nem o Clero escapou à sanha dos criminosos de Abril:  46 sacerdotes presos na Cadeia do Limoeiro; 82 sacerdotes presos no Forte de Caxias; 233 Freiras presas no Arsenal da Marinha.
Centenas de assaltos e roubos à mão armada. Centenas de expropriações dos bens dos cidadãos pela força e à mão armada. Retirados os nomes originais das obras construídas durante o Estado Novo, a 5 de Novembro de 1962 e inauguradas a 6 de Agosto de 1966, para as fazer passar como obras do Maior Crime e Traição ocorrido em Portugal "o 25 de Abril".
Outros epsódios, entre milhares de crimes: Na noite de 28 de Setembro, depois de ter sido cancelada a manifestação da "maioria silenciosa", inicia-se uma acção que se iria prolongar por vários dias e na qual foram presas 300 pessoas, sobretudo elementos ligados à manifestação, políticos do Estado Novo, dos partidos, dos jornais situados à direita, e elementos com destaque na vida financeira e social. As prisões foram feitas pelo Copcon e também por um grupo de civis comunistas que davam asas aos seus instintos criminosos. Muitas outras prisões foram feitas por todo o país: Foram presos 144 militares e 39 civis, muitos deles enviados para o Forte Militar de Caxias. Outras prisões feitas em Beja. No Porto onde os presos foram colocados na prisão de Custóias e na prisão Militar do Porto. Em Braga. Em Vila Real -Trás os Montes.

Pretendia tomar o país pelas armas, impondo os crimes, através do terror, das prisões arbitrárias, das torturas, dos assassinatos, dos assaltos, dos roubos, nas consequentes persecuções e saneamentos selvagens dos portugueses que constituíam os quadros e a economia do país. Nas centenas de portugueses em fuga, (aos crimes e à devastação comunista/socialista) para outros países, como exilados políticos.
Queimaram centenas de livros das Bibliotecas Nacionais e centenas de livros das bibliotecas escolares. Destruíram documentos históricos. Lançaram para fogueiras espólios das Igrejas e imagens de Santos.
Um episódio omisso, o assassinato a dois jovens a 11 de Março de 1975: 
Este crime foi filmado por uma equipa de televisão a trabalhar para uma cadeia de televisão estrangeira (francesa) que estava nas proximidades da porta de armas do quartel militar RALIS em Lisboa  durante os acontecimentos. As filmagens foram passadas, muitos anos depois, em Portugal, onde mostra um Mini com dois ocupantes jovens (o condutor e uma acompanhante) que passava no local, o condutor depara com uma barricada à frente do quartel montada por militares de Abril, abranda e pára o carro, mandam-no seguir, ouve uma troca de palavras, e o mini à medida que avança a tropa de Abril começa a disparar sobre o Mini até que este acaba por parar.
As câmaras de televisão aproximam-se do carro e vê-se os dois ocupantes cobertos de sangue enquanto a soldadesca dizia “Estes já não fazem mal a ninguém”.

Este assassino terrorista chegou a ser candidato presidencial, mais, ainda, não chegou a cumprir os anos de cadeia a que foi condenado. O julgamento dos seus crimes foi incompleto por prescrição do processo judicial. Mas, a incredibilidade não fica por aqui. Os pequenos homens que governam este “estado de coisas e crimes” em Portugal, recompensaram o CRIME. Em 1989, foi amnistiado e uma retomada do processo foi derrubada por causa de um imbróglio jurídico. Foi-lhe atribuída uma condecoração e foi promovido a coronel, justificando que a sua carreira "militar" foi "prejudicada" pelo 25 de Abril, do qual ele fez parte activa, e, ainda lhe foi atribuída uma indemnização de 49.800 euros. Desde então, na continuidade ao crime, é um pequeno-empresário de comércio de armas e material militar para os países Africanos.

Este caso é, um, dos exemplos retratados da sociedade portuguesa estabelecida a partir de 1974, onde prevalecem os crimes e os criminosos.
Se a verdade afirma que,  "Uma sociedade que não condena os crimes, deixando-os em aberto, corre o risco de ser governada por criminosos"  expressa bem a situação instalada em Portugal.



COMUNISMO/SOCIALISMO A IDEOLOGIA DOS CRIMES E DA MORTE:


Álvaro Cunhal, o nocivo "Retornado",
a sua doutrina fazia jus à sua aparência "Sinistra"!

 
Em Moscovo, Ford e Kissinger com Leonid Brejnev. 
Uma imagem de arquivo (foto da AP, disponível na Ford Library, das conversações em Moscovo de Ford e Kissinger com Leonid Brejnev, a 21 de Janeiro de 1976. em que o líder soviético disse que não conhecia Álvaro Cunhal, e que levou Cunhal a chamar "mentiroso" a Brejnev. Coisas entre "eles" comunistas ou socialistas que para além de serem carrascos e assassinos, são mentirosos, falsos, exploradores, e pretensiosos!

 
Esquerda, Mário Soares. Lado direito, Helmut Schmidt.
Assim se Negociava Portugal, nos becos, nos vãos ou nos degraus de uma qualquer escada!

 
 Mário Soares, o nocivo "Retornado", no regresso a Portugal em comboio charrua, 
a riqueza surgiu depois.

 
Quando os salteadores, os traidores, os facínoras e os canalhas da pior espécie proclamavamV.

Dois inimigos de Portugal e dos portugueses. 
Comunismo/Socialismo a horda de terror e de morte que avassalou Portugal do Minho a Timor:


Em país civilizado, esta frase, levaria este Criminoso à cadeia.


Ao cimo, centro, Alvaro Cunhal, Retornado de Moscovo, enfeudado à satânica União Soviética. Junto à "bandeira deles" Mário Soares, Retornado de França, "eufeudado convenientemente aos interesses de países estrangeiros". Os propagandistas do caos, da miséria, da fome, da morte, e dos projectos revolucionários, que disfarçam oportunistas, assassinos e psicopatas. A esquerda prega a justiça, a paz, e semeia os crimes, o caos e a morte, intencionalmente, como um caminho, como um método, como uma técnica. Sempre justificada pela frase:  "Os fins justificam os meios".  Esta é uma das frases mais terríveis que já li. Eles dizem mais:  "Quem está contra merece morrer", "Não há projecto de esquerda sem fraudes e sem mortes. Sem dor e sangue. Sem violência e inclemência diante de indivíduos inermes e desarmados".

Eles vieram na crista da onda que devastou a Nação, instigadores da destruição e co-autores dos genocídios dos povos de Portugal: Alvaro Cunhal "o cafome de Moscovo" como era conhecido, vingativo e mau, ao chegar a Portugal destilava rancor, semeou ódio, instigou à desordem, à violência, aos crimes, aos assaltos, aos roubos, às expropriações, às greves contínuas, às prisões arbitrárias, ao terror, à morte, (morreu aos 91 anos, cego, à causa de doença nos olhos, ademais, como sempre viveu, cego pelo ódio). Mário Soares, de apagado e inutil advogado a sobrevivente vendedor em quiosque de rua de Paris, a sua insignificância lavaria-o ao socialismo marxista como solução, destituído de qualquer valor moral, explorador das situações, corrupto e oportunista da desordem, repercutor dos mesmos crimes de instigação à desordem, à violência, às greves, aos crimes, instigador ao "Genocídio em Angola". Antes de ele morrer rezem pela alma deste criminoso nato, oportunista dos crimes de sangue! 



A "Revolução dos Cravos de Sangue":

 Milhares de crimes; Milhões de tragédias; Milhões de vidas destruídas; Milhões de mortos de Angola a Timor. 
O Património de Estado delapidado, parte das reservas do ouro dos cofres do Estado saqueado. Uma Nação soberana, independente e em franco progresso viu-se de um dia para o outro assaltada, destruída, roubada, humilhada, mergulhada no sangue dos seus filhos, reduzida ao luto, relegada à pobreza. De entre todos os crimes, opróbrio e descaro, desonra e genocídio, eles foram enriquecendo, aproveitaram-se do quanto puderam, acrescendo a venda das províncias ultramarinas de Portugal aos Russos, os dinheiros de Macau, de Moçambique e o tráfico de dinheiro sangue da CIA, e das riquezas de Angola - diamantes e marfim -, enriqueceram, fizeram-se passear pelo mundo inteiro, sucessivamente, e durante anos, com bandos de séquitos inúteis e parasitas à custa dos dinheiros que restavam nos cofres do Estado, constituíram aquilo a que chamam "partidos políticos", criaram "Fundações" como museus, para depois das suas mortes serem recordados quem na realidade são: 
  "Criminosos, co-autores e autores do maior genocídio em terras de Portugal" 
Nenhum destes Canalhas, até hoje, foi a julgamento ou condenado no Tribunal Internacional do Crime! 


  Rogéria Gillemans

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