A"DESCOLONIZAÇÃO"ASSENTOU EM LEI ANÓNIMA AQUANDO DA EXISTÊNCIA DE GOVERNOS PROVISÓRIOS SEM LEGITIMIDADE CONSTITUCIONAL.
O processo da traição:
Este poderia muito adequadamente ser a designação de causa posta em tribunais sobre a (descolonização exemplar).
Talvez mais expressiva do que a da cadeia, será - O JUÍZO DA HISTÓRIA -.
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A BATALHA DE QUIFANDONGO.




 FNLA/UPA:
Chegou a dispor de 3,500 soldados no Zaire na grande maioria congoleses.


Quifandongo bifurcação da estrada para Luanda 1975: Holden Roberto o facínora assassino da UPA, responsável pelos massacres de 3.600 portugueses:
 “bebés nascidos e por nascerem, crianças, adolescentes, e adultos” no dia 15 de Março 1961.



Um grupo dos comandos do Coronel Gilberto Santos e Castro, que apoiaram a FNLA.

O coronel Santos e Castro chefe dos comandos ao centro com t-shirt escura, por detrás dele, o comando Nelson que em 1974 encontravam-se em Moçambique quando as tropas Vermelhas tomaram o poder em Lisboa, após a Revolução dos Cravos, deram a ordem para desarmar o Exército Português que se encontrava no cumprimento do serviço à Pátria, dessa forma em Moçambique a situação ficou insustentável, muitos dos militares tentaram resistir. Um deles, o comando Nelson, membro de uma companhia de comandos, desertou e refugiou-se na Rodésia, determinado a continuar a sua luta alistou-se como voluntário nas fileiras da FNLA/UPA.
Por ter a sua esposa grávida, Nelson adiou a sua ida para Angola no primeiro grupo de combatentes, também se atrasou no segundo grupo, mas continuou a insistir e conseguiu sair com o terceiro e último grupo.
Após a intervenção das tropas cubanas, e da batalha de Quifandondo, os combatentes da FNLA e comandos portugueses sobre o 11 de fevereiro de 1976 saíram de Angola através do Zaire, ficaram dispersos, uns retornaram aos seus países, outros procuraram novas maneiras de reiniciar as suas vidas. Apenas um voltou para Angola, o comando Nelson.
Quando Holden Roberto tenta substituir os comandos portugueses para mercenários europeus e americanos, Nelson está internado em Kinshasa, doente com malária. Mas ele decidiu voltar a lutar ao lado do grupo de estrangeiros recém-chegados, Nelson sempre audaz e desconhecendo medos ficou no Zaire, foi o único comando especial da FNLA a não viajar, estava entusiasmado pela ofensiva que os mercenários ingenuamente prometiam, apesar de desconhecerem totalmente a situação de Angola. Morreu uma semana depois.
Os guerrilheiros da FNLA só existiam nos mapas dos funcionários de topo em Kinshasa, Nelson inexplicavelmente viajava junto a ingleses num jipe fechado que não lhes permitia reagir a uma situação de emergência. Eles foram varridos por uma metralhadora 12,7 dos cubanos, (12,7 mm projétil capaz de penetrar não só a folha de metal de um jipe, mas também de qualquer veículo, ou LAV, também é capaz de cortar em dois um ser humano ou uma árvore), o rosto de Nelson aparece entre os mercenários ingleses que ocupavam o veículo.
A memória de Nelson é o tributo que agora podem pagar os seus companheiros que lutaram ao lado dele.


Panhard danificado.



Comandos, e guerrelheiros da FNLA.



Ambriz 1975:
 ELNA foi o nome dado ao suposto "exército" de guerrelheiros da FNLA: 



Quifandongo: Panhard da FNLA, danificado.


Holden Roberto chefe da UPA/FNLA.



Morro da Cal, Novembro 1975, "a Batalha de Quifandongo".



Novembro de 1975, "a Batalha de Quifandongo". 
Os cubanos receberam da Rússia um poderoso equipamento com baterias de MLRS- BM-21 Grad, transportadas por via marítima para o porto de Luanda a partir de Setembro e Novembro de 1975, e enviadas para a zona do Quifandongo nos dias 07-08 de Novembro. No porto de Luanda já vinha a ser desembarcado material de guerra da Rússia destinado aos cubanos, desde os princípios de 1975.



Quifangongo, 1975, "a Batalha de Quifandongo".
 O terror dos soviéticos e dos cubanos. A batalha que foi perdida pela traição dos EUA. Material bélico abandonado em Quifandongo, anti-aéreas (14,5 mm ZPU-4.



1975 FNLA: a Batalha de Quifandongo.



Cartão de um cidadão Britânico membro da FNLA.



Exemplo de morteiros usados.
"Dez novos morteiros de 120 mm foram levados para o Zaire, para a FNLA para a Batalha de Quifandongo, armas de pequeno calibre, e vários canhões sem recuo de 106mm.









Guerrelheiros da FNLA africanos, e portugueses, capturados pelos cubanos na batalha de Caxito, onde actuavam os comandos de Gilberto Santos e Castro a 7 de Setembro de 1975, os soldados brancos da esquerda para a direita: Quintino, Fernandes e Pereira. Como aconteceu com outros soldados brancos capturados em 1976, foram considerados mercenários e executados.

FNLA Portuguese soldiers captured by the Cubans in the battle of Caxito, September 7, 1975. From left to right: Quintino, Fernandes and Pereira.






GILBERTO SANTOS E CASTRO 

O oficial fundador das tropas Comandos então major de Artilharia, primeiro Comandante do Centro de Instrução de Comandos em Angola, criado em 29 de Junho de 1965.



Lado esquerdo, Tenente Coronel Gilberto Santos e Castro; e o Coronel de Infª Raúl Folques Comandante do Batalhão  dos Comandos Africanos.



Cubanos em Ambrizete.




 "A BATALHA DE LUANDA"




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